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Economia

Alerta para aposentados: valor da pensão pode estar sendo pago abaixo do correto

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Até 20 de junho idosos podem solicitar gatilho que vai aumentar o valor da aposentadoria do INSS

Milhares de segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) podem estar sendo duramente prejudicados todos os meses.

Um alerta recente indica que o valor da pensão por morte está sendo repassado abaixo da quantia correta para diversas famílias.

A falha costuma estar diretamente atrelada a erros no sistema de cálculo do próprio governo após as atualizações previdenciárias.

Como funciona o cálculo da pensão por morte

Desde a aprovação da Reforma da Previdência (Emenda Constitucional 103/2019), a matemática legal do benefício mudou drasticamente.

Hoje, a cota familiar padrão estipulada inicia em 50% do valor da aposentadoria, somada a 10% por cada dependente habilitado.

No entanto, a autarquia federal frequentemente comete equívocos graves ao apurar a média salarial histórica do segurado falecido.

A complexidade dessa nova legislação previdenciária transformou a concessão de benefícios em um verdadeiro labirinto burocrático.

Para as famílias que perdem seu principal provedor, receber uma quantia inferior ao direito adquirido gera um impacto financeiro devastador no orçamento doméstico.

Muitas vezes, viúvas e órfãos são forçados a cortar despesas essenciais com saúde e alimentação básica, desconhecendo que o erro partiu do próprio governo.

É fundamental entender que o sistema automatizado governamental não é infalível e apresenta falhas frequentes na leitura do tempo de contribuição.

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Quando o histórico de vínculos empregatícios apresenta lacunas ou os salários mais altos não são contabilizados corretamente, a base de cálculo despenca.

Por isso, a conferência detalhada do extrato previdenciário deixou de ser uma mera formalidade para se tornar uma medida de sobrevivência financeira.

Especialistas em direito alertam que a passividade do segurado custa caro, pois o dinheiro retido indevidamente pelos cofres públicos dificilmente será devolvido sem que haja uma cobrança formalizada.

Os dependentes têm o prazo máximo de até 10 anos para contestar o pagamento inicial do benefício.

Esse intervalo, juridicamente conhecido como prazo decadencial, começa a contar no primeiro dia do mês seguinte ao recebimento inicial.

Caso a falha do órgão seja comprovada, o cidadão tem o direito líquido de receber o retroativo dos últimos cinco anos.

Passo a passo para solicitar a revisão do benefício

Para corrigir o valor da pensão, o segurado não precisa mais enfrentar longas filas em uma agência física.

O processo de revisão pode ser aberto de forma 100% digital, utilizando a infraestrutura oficial do governo federal.

Basta acessar o portal web ou o aplicativo Meu INSS e realizar o login com a sua conta confirmada do Gov.br.

Dentro da plataforma, o usuário deve clicar na aba “Novo Pedido” e pesquisar pela opção “Revisão de Benefício”.

Durante a etapa, é obrigatório anexar os documentos que comprovem o erro de cálculo, como carteiras de trabalho e contracheques antigos.

Se o sistema administrativo negar a correção devida, o beneficiário pode e deve recorrer ao Juizado Especial Federal.


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