Economia
Calendário do Bolsa Família de julho de 2026: veja as datas de pagamento e valores do benefício


O pagamento do Bolsa Família referente a julho de 2026 começa a ser depositado no dia 20 de julho, seguindo a ordem tradicional definida pelo último dígito do Número de Identificação Social (NIS) de cada beneficiário. O calendário se estende até o dia 31 de julho, sempre respeitando os últimos dez dias úteis do mês — regra que só é alterada em dezembro, quando o cronograma é antecipado.
De acordo com o Jornal da Paraíba, o depósito é feito pela Caixa Econômica Federal, e a data exata em que cada família recebe o benefício depende diretamente do último número do NIS impresso no cartão do programa.
Confira a data de pagamento pelo seu NIS
O calendário de julho segue esta ordem, de acordo com o final do NIS:
- NIS final 1: 20 de julho
- NIS final 2: 21 de julho
- NIS final 3: 22 de julho
- NIS final 4: 23 de julho
- NIS final 5: 24 de julho
- NIS final 6: 27 de julho
- NIS final 7: 28 de julho
- NIS final 8: 29 de julho
- NIS final 9: 30 de julho
- NIS final 0: 31 de julho
Quem tem o NIS terminado em 8, 9 ou 0 faz parte do último grupo a receber o valor em julho, com liberação prevista apenas entre os dias 29 e 31.
Cidades em emergência podem ter pagamento unificado
Uma particularidade do calendário de julho é a possibilidade de antecipação em municípios que estejam em situação de emergência ou calamidade pública formalmente reconhecida pelo governo federal. Nesses casos, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), em conjunto com a Caixa, pode autorizar que todos os beneficiários da cidade recebam já no primeiro dia do cronograma — 20 de julho —, independentemente do final do NIS.
Essa antecipação, porém, não é automática nem vale para o país inteiro: ela depende de decreto municipal ou estadual reconhecendo a situação excepcional, e a mudança é sempre divulgada pelos canais oficiais do programa, como o aplicativo Bolsa Família e o Caixa Tem.
Quem tem direito ao benefício
Para ter acesso ao Bolsa Família, a família precisa se enquadrar na condição de pobreza ou extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 218. O cálculo é simples: soma-se toda a renda da casa e divide-se pelo número de pessoas que moram no domicílio.
Além do critério de renda, é preciso manter o cadastro atualizado no Cadastro Único (CadÚnico) e cumprir as condicionalidades do programa: manter crianças e adolescentes matriculados na escola, realizar o acompanhamento pré-natal no caso de gestantes e manter a carteira de vacinação em dia.
Valores pagos pelo programa em 2026
Na configuração atual, o Bolsa Família garante um repasse mínimo de R$ 600 por família, podendo chegar a valores maiores conforme a composição do núcleo familiar. Os adicionais funcionam da seguinte forma:
- R$ 150 por criança de até 6 anos;
- R$ 50 por criança ou adolescente de 7 a 18 anos;
- R$ 50 para gestantes e nutrizes (mães que amamentam);
- R$ 50 por até seis parcelas, do Benefício Variável Familiar Nutriz, destinado a mães de bebês de até seis meses.
Vale destacar que não há confirmação oficial de reajuste do valor mínimo para R$ 800 ou R$ 1.200 em 2026 — esses números só aparecem quando a soma dos adicionais eleva o total recebido pela família, e não como um valor-base fixo.
Como sacar e onde consultar o calendário
Os beneficiários podem movimentar o dinheiro diretamente pelo aplicativo Caixa Tem ou pelo internet banking da Caixa, sem necessidade de ir a uma agência física. Também é possível usar o cartão do programa para compras no débito, sacar em terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.
As parcelas ficam disponíveis para saque por 120 dias a partir da data de liberação prevista no calendário. Para consultar a situação do benefício, o próprio aplicativo Bolsa Família mostra o calendário completo, o status dos pagamentos e eventuais pendências cadastrais.
Dúvidas sobre o pagamento
Em caso de dúvidas, o beneficiário conta com três canais oficiais de atendimento: o 121, central do MDS que também recebe denúncias; o 111, canal de atendimento da Caixa voltado ao cartão e ao saque do benefício; e o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) do próprio município, para questões relacionadas ao cadastro.











