Política
URGENTE: Após Flávio Bolsonaro superar Lula nas pesquisas, Alexandre de Moraes determina abertura de inquérito que pode deixá-lo inelegível


AO ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou a abertura imediata de um inquérito criminal.
A Polícia Federal (PF) ficará responsável por investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), atual pré-candidato à Presidência.
A suspeita é de crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometido no ambiente digital.
O foco da investigação é uma declaração onde o parlamentar afirma que “Lula será delatado”.
Esse comentário nas redes sociais foi impulsionado pela recente prisão do ex-ditador venezuelano, Nicolás Maduro.
Assinada na última segunda-feira (13), a determinação de Moraes teve seu sigilo derrubado pela corte nesta quarta-feira (15).
A abertura deste procedimento legal foi provocada por uma representação oficial da própria Polícia Federal.
Na internet, Flávio celebrou a queda do líder vizinho alegando que o cenário significa que “é o fim do Foro de São Paulo”.
Na mesma publicação, ele atrelou o grupo a crimes como tráfico de armas e drogas, além de lavagem de dinheiro.
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O senador também mencionou “eleições fraudadas” e acusou a existência de “suporte a terroristas e ditaduras”.
Ao despachar a ordem, o magistrado foi enfático sobre o perigo das acusações disparadas no ciberespaço.
“Trata-se, portanto, de publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de pessoas, por meio da qual se imputa fatos criminosos ao presidente da República”, justificou o ministro.
Paulo Gonet, atual procurador-geral da República, concordou integralmente com a leitura do STF e endossou a apuração.
O titular do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Wellington César Lima e Silva, também validou a denúncia.
Agora, a equipe de delegados da corporação federal possui exatos 60 dias para apresentar um parecer conclusivo.
Essa nova frente jurídica eleva significativamente a temperatura e a polarização política visando as eleições de 2026.
A Justiça brasileira tem adotado tolerância zero contra desinformação cibernética, temendo impactos irreversíveis na democracia.
Especialistas alertam que ataques virtuais direcionados ao Chefe do Executivo ganham o status de infração contra a segurança do Estado.
O episódio reacende o complexo debate legal sobre os reais limites da imunidade material dos congressistas.
Historicamente, o STF entende que a prerrogativa parlamentar não blinda políticos que cometem crimes contra a honra.
Essa rigidez sinaliza como a Justiça monitorará as postagens de presidenciáveis durante toda a pré-campanha eleitoral.
Em paralelo ao STF, os bastidores do Congresso Nacional vivenciam uma intensa guerra de narrativas.
A base governista intensificou a propagação de conteúdos que ligam o senador direitista às milícias do Rio de Janeiro.
Para barrar esses ataques, Flávio acionou seguidas vezes o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).
Vale ressaltar que o Código Penal Brasileiro define calúnia como o ato de atribuir falsamente um crime a terceiros.
A lei determina punições mais severas quando a honra violada pertence ao presidente da República.
Contudo, cortes superiores também firmaram jurisprudência de que autoridades políticas estão submetidas a críticas públicas mais ásperas.
O que diz Flávio Bolsonaro
Por meio de um comunicado oficial, o senador fluminense declarou ter recebido a notícia com “profunda estranheza”.
Utilizando sua formação como advogado, o político classificou a decisão do tribunal como “juridicamente frágil”.
Ele sustenta que nenhum dos seus comentários virtuais se enquadra nas tipificações penais vigentes no país.
“A abertura deste inquérito configura uma tentativa clara de cercear a liberdade de expressão e o livre exercício do mandato parlamentar. O procedimento evoca práticas de censura e bloqueios de contas vistos no pleito de 2022, quando o Tribunal Superior Eleitoral, sob a mesma condução, impôs um flagrante desequilíbrio ao proibir termos como “descondenado” para se referir ao petista, enquanto permitia ofensas sistemáticas contra o então Presidente Jair Bolsonaro”, disparou o parlamentar.
O pré-candidato levantou sérias suspeitas sobre o inquérito ter caído nas mãos de Alexandre de Moraes.
Ele definiu o ministro como um “personagem central do desequilíbrio democrático recente”.
Apesar da acusação, a certidão anexada aos autos processuais confirma que o relator foi escolhido via sorteio aleatório.
No encerramento de sua nota, o parlamentar cobrou publicamente que Lula dê “explicações sobre suas relações com a ditadura venezuelana”.


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