Política
Bolsonaro dará aval a novo texto da anistia para presos políticos, diz líder do PL
Acompanhe como Bolsonaro atua na revisão do projeto de anistia diretamente da UTI. Entenda os impactos e mudanças propostas pelo ex-presidente.


Internado na UTI após uma cirurgia abdominal, Jair Bolsonaro segue movimentando os bastidores políticos com uma força surpreendente. O fato é impressionante: mesmo hospitalizado, o ex-presidente articula detalhes do projeto de anistia que pode impactar centenas de manifestantes do 8 de janeiro.
Em um cenário onde a polarização política nacional segue intensa, a influência de Bolsonaro sobre o Congresso permanece significativa. Na Câmara Federal, deputados alinhados aguardam orientações específicas sobre os próximos passos desta pauta que ganhou proporções nacionais.
“Este é um clássico exemplo de capital político em ação, onde a liderança se manifesta independentemente das circunstâncias físicas”, avalia o cientista político Roberto Mendes, especialista em comportamento legislativo.


A estratégia de Bolsonaro para a anistia em 2025
- Dado crucial: Cerca de 1.400 pessoas enfrentam processos relacionados aos eventos de janeiro de 2023
- “A anistia virou pauta popular e nacional. Lógico que ele [Bolsonaro] vai dar o aval sobre o substitutivo”, revelou Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara
- Caso prático: O pedido de urgência protocolado na segunda-feira (14) busca acelerar a tramitação, permitindo votação direta no plenário
Esta movimentação estratégica ocorre em um momento delicado para o ex-presidente, que se recupera de uma cirurgia realizada no domingo (13), após dar entrada no hospital DF Star na sexta-feira (11).
O que muda no texto proposto por Bolsonaro?
O ex-mandatário solicitou ajustes fundamentais ao texto original:
▸ Restrição da anistia apenas para manifestantes sem envolvimento direto em depredações ▸ Foco em pessoas com penas previstas de até três anos ▸ Exclusão de casos mais graves relacionados à segurança nacional
“Ele sempre fez questão de falar que anistia não é para ele, até porque ele não tem condenação”, destacou Cavalcante em entrevista à CNN.
O jogo político por trás dessa articulação revela a capacidade de Bolsonaro de manter sua relevância mesmo fora do Planalto. Enquanto médicos monitoram sua recuperação física, o ex-presidente demonstra que seu capital político segue com força total nos corredores do Congresso.
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