Política
Deputado Marcon afirma que há acordo com Hugo Motta para aprovar anistia de presos do 8 de janeiro; VÍDEO!
O deputado Maurício Marcon (Podemos-RS) declarou, em suas redes sociais, que há um acordo com o novo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta


O deputado Maurício Marcon (Podemos-RS) declarou, em suas redes sociais, que há um acordo com o novo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para avançar com a anistia aos presos dos atos de 8 de janeiro.
Segundo Marcon, a direita optou por apoiar Motta visando garantir espaços estratégicos dentro das comissões da Casa, estratégia semelhante à adotada durante a gestão de Arthur Lira (PP-AL).
Marcon justificou seu voto em Motta alegando que uma candidatura da direita não teria chances reais de sucesso e que a decisão foi tomada com base em um compromisso político. “Qualquer posição que tomássemos, seríamos criticados. Isso faz parte do ônus de ter a prerrogativa de decidir”, afirmou o parlamentar.
Acordo pela anistia
De acordo com o deputado, o Centrão é favorável à anistia dos presos políticos dos atos de 8 de janeiro e, por isso, há um compromisso para que o tema avance tanto na Câmara quanto no Senado.
“Temos, sim, esse acordo, e nos próximos dias a questão da anistia deve andar. Devemos aprová-la”, declarou Marcon. Ele destacou que, caso o compromisso se concretize, críticas de agora podem se tornar apoio no futuro: “As críticas que recebemos hoje certamente serão aplausos quando as pessoas injustamente presas forem libertadas.”
O parlamentar também mencionou que a direita pretende continuar pressionando o Supremo Tribunal Federal (STF), buscando convocar ministros para prestar esclarecimentos no Congresso.
A trajetória da anistia na Câmara
O projeto de anistia já havia tido movimentação na Câmara, mas não avançou devido a uma decisão do então presidente Arthur Lira, que retirou o texto da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) sob o argumento de criar uma Comissão Especial para debater o tema – o que não aconteceu. Hugo Motta, por sua vez, não mencionou a anistia em seus discursos até o momento.
Presos e restrições
Mais de 2 mil pessoas foram presas após os atos de 8 de janeiro, em operações determinadas pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, muitas sem julgamento adequado, segundo críticos do processo.
Centenas ficaram encarceradas por meses, enquanto outras foram libertadas sob medidas cautelares consideradas severas. Além disso, diversas famílias seguem enfrentando restrições jurídicas e patrimoniais.
O caso de Clériston Pereira da Cunha, que faleceu sob custódia do Estado enquanto aguardava análise de um pedido de soltura, é um dos mais emblemáticos das consequências das prisões em massa realizadas na ocasião.


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