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Política

Deolane, amiga de Lula foi incluída na lista da Interpol antes da operação

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A empresária estava na Itália e voltou ao Brasil nesta quarta-feira (19), antes da operação

A empresária e influenciadora Deolane Bezerra, presa na manhã desta quinta-feira (21), sob a suspeita de lavar dinheiro para o crime organizado, teve seu nome incluído na lista da Interpol — maior organização policial do mundo, conectando forças de segurança de 196 países para prevenir e combater o crime transnacional — a fim de prendê-la caso não voltasse ao Brasil.

Deolane estava na Itália e voltou ao Brasil nesta quarta-feira (20), antes da operação.

Deflagrada nesta quinta, a operação Vérnix investiga a suposta ligação dela com o PCC, maior facção do Brasil, por lavagem de dinheiro.

Segundo os autos das investigações, a influencer possui estreitos vínculos pessoais e negociais com um dos gestores fantasmas de transportadora usada pela facção, que foi a partir de um material encontrado em um celular em uma operação passada que nasceu a Operação Vérnix, terceira etapa da investigação, agora voltada a descortinar um esquema mais amplo de lavagem de capitais, com ramificações empresariais, patrimoniais e financeiras.

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Segundo a investigação, a influenciadora passou a ocupar posição de destaque no caso em razão de movimentações financeiras expressivas, incompatibilidades patrimoniais e indícios de conexão com integrantes do núcleo de comando da organização criminosa.

Além de Deoçlnae, outros alvos também foram presos na operação, como integrantes da família de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder do PCC, que está preso na Papuda.

Foram cumpridas também outras medidas judiciais como bloqueios de valores superiores a R$ 327 milhões, sequestro de 17 veículos, incluindo modelos de luxo avaliados em mais de R$ 8 milhões, além de quatro imóveis vinculados aos investigados.


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