Política
“Alguém quer ver Bolsonaro mort0”, diz Nikolas após visita ao ex-presidente


Deputado diz que ex-presidente terá “dificuldade de permanecer vivo” se for para a cadeia e criticou Alexandre de Moraes
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) disse nesta 6ª feira (21.nov.2025) que “alguém quer ver” o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) morto. “Talvez algo que vou falar aqui possa ser pesado, mas é verdade: alguém quer ver o Bolsonaro morto. Essa é a realidade”, declarou depois de visitar o ex-presidente na prisão domiciliar, em Brasília.
“Não vou dar nomes aqui, porque se não eu posso ser preso também”, disse. Nikolas afirmou que Bolsonaro terá “dificuldade de permanecer vivo” se for para a cadeia.
Perguntado se falava de um ministro ao afirmar que havia quem desejasse ver Bolsonaro morto é um ministro, o deputado respondeu: “Quem que mandou ele estar preso dessa forma? Foi quem? Quem conduziu uma eleição completamente falsa? […] De quem foi a ordem de colocar Bolsonaro na cadeia? Alexandre de Moraes“.
“Falar que não tem interesse partidário e político em um juiz como [o ministro do STF] Alexandre de Moraes com relação à prisão de Bolsonaro é ignorar a realidade”, declarou Nikolas.
Bolsonaro foi condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 11 de setembro de 2025 a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado em 2022.
O ex-presidente tem como possível destino, em caso de prisão, o Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, mas há preocupações de seus aliados quanto à sua saúde. Em 18 de novembro, a Comissão dos Direitos Humanos do Senado divulgou um relatório em que descreve problemas como superlotação, falta de médicos em tempo integral e alimentação inadequada no presídio.
O documento solicita que Bolsonaro cumpra sua pena em regime domiciliar por falta de condições de se prestar um “atendimento adequado”. Um dos principais problemas relatados pelo relatório é a ausência de atendimento médico em tempo integral.
A defesa de Bolsonaro tem até a noite de domingo (23.nov) para apresentar recursos ao Supremo.
Segundo apurou o Poder360, os advogados devem apresentar embargos de declaração –recurso usado para pedir ao tribunal que esclareça pontos considerados obscuros, contraditórios, omissos ou que contenham erro material no acórdão, sem reabrir o mérito do julgamento–, mas a expectativa é de rejeição.
Há ainda outro tipo de recurso possível: os embargos infringentes. Diferentemente dos embargos de declaração, eles servem para contestar decisões não unânimes. Na prática, porém, esse recurso dificilmente será aceito. Pela jurisprudência do STF, os infringentes só cabem quando há ao menos 2 votos divergentes no julgamento da Turma. No caso de Bolsonaro houve apenas 1: o do ministro Luiz Fux.


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