Política
Todas as compras internacionais vão pagar imposto da reforma tributária, diz Appy
Atualmente, remessas de até US$ 50 são isentas de tributos federais por conta do programa Remessa Conforme


Atualmente, remessas de até US$ 50 são isentas de tributos federais por conta do programa Remessa Conforme
O secretário extraordinário da reforma tributária, Bernard Appy, disse nesta quinta-feira (25) que todas as remessas internacionais enviadas ao Brasil pagarão a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS, tributo federal) e Imposto sobre Bens e Serviços (IBS, imposto estadual e municipal).
O secretário participou de uma coletiva para detalhar o projeto que regulamenta a reforma tributária, entregue na noite desta quarta-feira (24) pelo governo ao Congresso.
Atualmente, o sistema de tributação para compras internacionais ocorre através do programa Remessa Conforme, que concede isenção de tributos federais para compras vindas do exterior com valor de até US$ 50.
LEIA TAMBÉM:
‘Alexandre de Moraes interferiu completamente nas eleições no Brasil’, diz Elon Musk
Mais de 400 atingidos: entenda a dimensão do relatório da Câmara dos EUA com as decisões sigilosas de Alexandre de Moraes
Defensoria Pública da União (DPU) pede para Elon Musk pague indenização de R$ 1 bilhão por ‘atentar contra a democracia’ brasileira
O Globo reprova rumo econômico com Lula e cita gestão Bolsonaro
Lula reduz orçamento do Ibama para combate a incêndios apesar de recorde de queimadas
Esquerdista Sâmia Bomfim, do PSOL, quer proibir Starlink de Elon Musk no Brasil, empresa leva internet para milhares de escolas isoladas na Amazônia
Governo Lula já gastou mais R$ 270 milhões em viagens em 2024
De acordo com Appy, mesmo itens de baixo valor sofrerão as cobranças estadual e federal após a implementação da reforma tributária sobre o consumo. Apesar disso, o secretário disse que a carga tributária não sofrerá mudanças significativas.
Ainda segundo Appy, o Imposto de Importação, atualmente zerado para os itens de até US$ 50, não é impactado pela reforma.
Na noite de ontem, Haddad entregou pessoalmente o projeto ao Congresso Nacional. O ministro foi acompanhado pelo secretário extraordinário da reforma, Bernard Appy, e o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan. Os três se encontraram com o presidente da Câmara, Arthur Lira, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
Na mesma coletiva, o secretário disse que a estimativa de alíquota de 26,5% será dividida entre alíquotas médias de 8,8% para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS, imposto federal) e 17,7% para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS, imposto estadual).











