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Radialista da Globo chama a Bíblia de “livrinho idiota” e gera revolta nas redes; VÍDEO!

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Um radialista que trabalha em uma emissora afiliada da Rede Globo causou forte reação nas redes sociais após chamar a Bíblia de “livrinho idiota” durante uma transmissão ao vivo. A declaração foi registrada e rapidamente viralizou, gerando indignação entre líderes religiosos, ouvintes e internautas de todo o Brasil.

A declaração que causou polêmica

Durante o programa, o radialista fez a afirmação de forma direta e sem ressalvas, referindo-se ao livro sagrado do cristianismo — e também reverenciado por judeus em parte de seu conteúdo — com um tom claramente depreciativo. O trecho foi gravado por ouvintes e compartilhado amplamente nas redes sociais, onde acumulou milhares de reações em poucas horas.

A repercussão foi imediata. Cristãos evangélicos e católicos se uniram na crítica, pedindo retratação pública e medidas da emissora em relação ao profissional.

– A Bíblia é um cacete, é um livrinho idiota. A religião é um demônio que infelizmente está no meio social. A religião é demoníaca – disse ele lendo a mensagem de um ouvinte que defendia a união de um homem e uma mulher.

E continuou:

– A Bíblia está errada. A Bíblia é uma bost*, se você quiser saber. Ali tem um monte de criação, cada um colocou uma coisinha a mais. Agora, se as pessoas são felizes, o Luca é feliz como ele é, eu sou feliz como eu sou, você é feliz, o que as pessoas têm a ver com isso? Tá fazendo algum mal pra você? “Ah, mas Deus”… Deus o cacete, cidadão!

Durante o programa, um dos apresentadores discorda e o alertou sobre o risco de praticar o crime de intolerância religiosa. Mesmo assim, Magdalena repetiu as críticas e manteve o tom contra a religião e disse que ela deveria ser “banida”, voltando a dizer que é “um livrinho idiota”.

– Livrinho idiota! Eu li muito! É tudo besteira isso aí! Tudo palhaçada! Tudo palhaçada! Tudo idiotice! Tudo idiotice!

Assista:

 

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Reação do público e das redes sociais

Nos comentários, o episódio foi classificado por muitos como intolerância religiosa, conduta que configura crime no Brasil conforme a Lei 7.716/1989. Lideranças evangélicas e católicas se manifestaram exigindo posicionamento formal da afiliada e da própria Rede Globo.

A pressão nas plataformas digitais levou o assunto aos trending topics, ampliando o alcance do caso para além da cidade de origem do radialista.

Vale lembrar que o Brasil é um dos países com maior população cristã do mundo — cerca de 88% dos brasileiros se declaram religiosos, segundo o IBGE. Ofensas a símbolos religiosos costumam gerar reações proporcionais a esse peso cultural e social.

Posição da emissora

Até o momento da publicação, a afiliada não havia emitido nota oficial sobre o caso, nem confirmado se tomaria medidas disciplinares contra o profissional. A ausência de resposta institucional intensificou ainda mais as críticas nas redes.

A situação reacende o debate sobre os limites da liberdade de expressão no rádio e na televisão brasileiros, especialmente em veículos vinculados a grandes redes nacionais, que possuem concessão pública e respondem a diretrizes do Ministério das Comunicações.


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