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A CPMI pede a prisão de Lulinha, filho de Lula, por crimes de roubo a idosos do INSS

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Relator do INSS acusa filho de Lula de crimes em esquema que roubou bilhões de aposentados e pensionistas

O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, incluiu em seu relatório um pedido para que a Advocacia do Senado Federal peça à Justiça a decretação da prisão preventiva do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, por indícios de crimes de organização criminosa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e tráfico de influência.

O filho do presidente Lula (PT) é apontado como integrante do esquema criminosos que roubou bilhões de aposentados e pensionistas, no documento que será votado pela comissão do Congresso Nacional nesta sexta-feira (27), com um total de 216 indiciado por crimes.

Alfredo aponta indícios concretos de “evasão do distrito da culpa que comprometem a aplicação da lei penal”, a respeito da mudança de Lulinha para a Espana, após a deflagração da Operação Sem Desconto pela Polícia Federal, em 23 de abril de 2025.

Veja o trecho do relatório que argumenta pela prisão preventiva de Lulinha:

A saída do país no momento preciso da deflagração da operação ostensiva, associada ao conjunto probatório descrito, configura fundado receio de que o indiciado busque subtrair-se à incidência da lei penal, preenchendo o pressuposto para a decretação da custódia cautelar”

Indícios

Sobre Lulinha, recaem suspeitas do recebimento de R$ 300 mil do esquema de descontos ilegais de aposentadorias e pensões, operado por Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. E Alfredo já vinha investigando o nexo de causalidade entre os desvios bilionários do

INSS e a possível fruição desses valores por meio de Lulinha, cuja defesa nega qualquer ilegalidade e envolvimento do empresário filho do presidente, nos crimes.

O elo de Lulinha com Roberta Luchsinger levou à indicação de que ele seria o destinatário de um pagamento de R$ 300 mil empresa de sua amiga, quando foi encontrada referência à expressão “o filho do rapaz”, em conversa interceptada pela Polícia Federal. A investigação sugere que Roberta atuaria como intermediária financeira para o repasse de propina.

A matéria foi atualizada para corrigir o número de indiciamentos solicitados, que foi divulgado inicialmente pelo próprio relator como 218, nas suar redes sociais, depois corrigido para 216, com a divulgação do relatório.


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