Política
Flávio Bolsonaro lidera pesquisa presidencial e venceria Lula no 1° e 2º turno, aponta Veritá


Nova sondagem com 40.500 entrevistados coloca o senador à frente em todos os cenários testados — inclusive no embate direto com o presidente
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desponta na dianteira da corrida presidencial de 2026, segundo levantamento do instituto Veritá tornado público na quinta-feira, 9 de abril.
No cenário de primeiro turno, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro concentra 35,9% das preferências eleitorais, abrindo vantagem de 2,7 pontos percentuais sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que soma 33,2%.
A diferença pode parecer modesta à primeira vista, mas ganha peso quando se considera que a margem de erro da pesquisa é de apenas 1 ponto percentual — o que confere maior solidez estatística ao resultado.
O levantamento ainda está distante do pleito, marcado para outubro de 2026, mas sinaliza uma disputa polarizada que já mobiliza estratégias nos dois campos.


Foram ouvidas 40.500 pessoas em todo o país, entre os dias 13 de março e 4 de abril; a margem de erro é de 1 ponto percentual
A pesquisa foi conduzida por meio de unidade automatizada de respostas (URA) — sistema de entrevistas por telefone com respostas gravadas — e abrangeu eleitores de todas as regiões do Brasil. O intervalo de confiança adotado foi de 95%, padrão amplamente utilizado em pesquisas eleitorais de grande escala.
O estudo está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-02476/2026 e foi custeado com recursos próprios do instituto, sem encomenda partidária declarada.
Flávio venceria Lula no 2º turno por 42,8% a 38,4%
No segundo turno hipotético entre Flávio Bolsonaro e Lula, a vantagem do senador se amplia consideravelmente. O parlamentar atingiria 42,8% dos votos válidos, ante 38,4% do atual chefe do Executivo federal — uma diferença de 4,4 pontos percentuais.
Essa margem indica que, mesmo entre eleitores que não o escolheriam no primeiro turno, Flávio tende a agregar votos de outras candidaturas à direita e ao centro. O fenômeno é comum em polarizações eleitorais, em que o segundo turno funciona como um teste de rejeição ao adversário tanto quanto de aprovação ao candidato.
Vale lembrar que pesquisa anterior do mesmo instituto indicou que 43,1% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula em nenhuma hipótese, enquanto o índice de rejeição a Flávio era menor, de 34,6%.
Outros cenários testados
A pesquisa simulou ainda outros confrontos eleitorais relevantes para o debate político atual.
Na hipótese de disputa entre Lula e o empresário Pablo Marçal (União Brasil), o presidente aparece à frente com 36,8%, contra 36,1% de Marçal. Nesse cenário, 7,5% optariam por brancos ou nulos e 19,6% se declaram indecisos — margem que pode definir o resultado caso essa disputa se concretize.
Já no duelo direto entre Flávio e Marçal, o senador demonstra força ao marcar 41,7%, enquanto o ex-coach fica em 13%. Os votos brancos e nulos chegam a 21,4%, e 23,9% dos ouvidos não souberam responder.
O cenário que confronta Lula e Ronaldo Caiado (União Brasil) — ex-governador de Goiás — aponta 35,9% para o petista e 31,9% para o adversário, com 10% de brancos/nulos e 22,1% de indecisos.
A pesquisa também incluiu o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), que recentemente desistiu de disputar a presidência. Mesmo fora da corrida, os dados revelam que ele lideraria um eventual segundo turno contra Lula com 39,8% a 36,6%. Num embate com Flávio, porém, o senador prevaleceria com 41% contra 20,2% do paranaense.
No primeiro turno, campo direita fragmentado, mas Flávio concentra votos
No cenário de primeiro turno com múltiplos candidatos, a fragmentação do campo direitista fica evidente — embora Flávio seja quem mais consolide esse eleitorado. Ratinho Junior aparece em terceiro lugar com 3%, enquanto Pablo Marçal registra 2,1%.
Os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) têm 1,9% e 1,8%, respectivamente. O líder do MBL, Renan Santos (Missão), também marca 1,8%, e o ex-ministro Aldo Rebelo (DC) aparece com 0,4%.
Votos brancos e nulos totalizam 4,1%, e 15,9% dos entrevistados ainda não definiram seu voto — um contingente expressivo que pode reconfigurar o quadro nos meses seguintes.
Metodologia
A pesquisa Veritá entrevistou 40.500 pessoas em território nacional entre 13 de março e 4 de abril de 2026, utilizando sistema automatizado de resposta por voz. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi financiado com recursos próprios do instituto e registrado no TSE sob o protocolo BR-02476/2026.


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