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URGENTE: CEO do Rumble desafia Alexandre de Moraes após ação judicial: “Não cumpriremos ordens ilegais e nos veremos no tribunal”
Por meio do X (antigo Twitter), Pavlovski mencionou diretamente o perfil do ministro e afirmou que sua plataforma “não cumprirá ordens ilegais”, acrescentando que “nos veremos no tribunal”


A disputa entre a plataforma de vídeos Rumble e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (19). Após a revelação de que a empresa ingressou com uma ação judicial contra o magistrado nos Estados Unidos, o CEO do Rumble, Chris Pavlovski, fez uma declaração contundente nas redes sociais.
Por meio do X (antigo Twitter), Pavlovski mencionou diretamente o perfil do ministro e afirmou que sua plataforma “não cumprirá ordens ilegais”, acrescentando que “nos veremos no tribunal”. A ação judicial foi movida em parceria com a Trump Media & Technology Group, empresa de mídia do ex-presidente Donald Trump, e alega que Moraes teria violado a soberania americana ao emitir decisões contra usuários do Rumble.


Publicação do CEO do Rumble, Chris Pavlovski, no X, nesta quarta-feira (19). Crédito: Reprodução/X/@chrispavlovski (Foto: Reprodução/X/@chrispavlovski)
A origem do processo contra Moraes
A iniciativa judicial veio à tona após uma reportagem da Folha de S.Paulo e foi posteriormente confirmada pela Gazeta do Povo. O processo questiona as ordens emitidas por Moraes, que determinaram o bloqueio de contas de influenciadores políticos brasileiros, incluindo o jornalista Allan dos Santos, além da exigência de fornecimento de seus dados pessoais.
Essas determinações foram classificadas como sigilosas, e o descumprimento das mesmas poderia acarretar multas elevadas e até a suspensão do serviço do Rumble no Brasil. Em 2023, diante das restrições, a plataforma optou por encerrar suas operações no país. No entanto, recentemente, a empresa retomou suas atividades, alegando mudanças no cenário político global.
Relação com Donald Trump e retorno ao Brasil
No último dia 9, Chris Pavlovski atribuiu a volta do Rumble ao Brasil ao impacto político de Donald Trump. Em uma publicação no X, o empresário declarou:
“Dou crédito a Donald Trump por vencer em novembro. A decisão do Brasil de revogar a censura ao Rumble é prova de que o mundo está mudando. O presidente Trump está tornando o mundo grande novamente. Obrigado, Presidente Trump.”
A declaração sugere que a expectativa de um possível retorno de Trump ao poder influenciou a decisão da empresa de reativar sua plataforma no país.
As implicações do processo nos EUA
A ação judicial movida pelo Rumble e pela Trump Media & Technology Group busca questionar a atuação de Moraes, apontando que suas ordens teriam extrapolado os limites da jurisdição brasileira. O argumento central da acusação é que as determinações do ministro afetaram plataformas sediadas nos Estados Unidos, onde as regras sobre liberdade de expressão são diferentes das adotadas no Brasil.
Caso a Justiça americana acate a denúncia, a decisão pode gerar repercussões diplomáticas e reacender o debate sobre os limites do poder de magistrados em processos envolvendo cidadãos e empresas estrangeiras.
Os desdobramentos desse caso podem impactar a relação entre Brasil e Estados Unidos, além de influenciar futuras decisões sobre a regulação de plataformas digitais. Resta saber como a Justiça americana lidará com essa disputa e quais serão as consequências para as empresas envolvidas.


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